Apesar de ser Agronomia o conjunto das ciências e dos princípios que regem a prática da agricultura, o profissional de Agronomia, cujo título é de engenheiro agrônomo, tem uma profissão com amplas possibilidades não só na área de Agricultura, no setor rural, como também no urbano. Este profissional poderá ter contato com as mais atuais políticas de preservação e conservação do meio ambiente e está inserido no mercado hoje chamado de agrobusiness, que alcança o trabalho nas fazendas (animais e agricultura), na indústria, nos institutos de pesquisa e no comércio de produtos agropecuários.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Um grande sentimento...
Dois irmãozinhos brincavam em frente de casa,
quando Júlio, o menino mais novo,
disse ao irmão Ricardo:
- Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca
quero me separar de você!
Ricardo sem dar muita importância ao
que Júlio disse, pergunta:
- O que deu em você?
Que conversa é essa?
Vamos continuar brincando.
E os dois continuaram brincando a tarde
inteira até o anoitecer.
A noite, o senhor João, pai dos garotos,
chegou do trabalho.
Estava exausto e muito mal humorado,
pois não havia conseguido fechar
um negócio importante.
Ao entrar, João olhou para seu filho Júlio,
que sorriu para o pai e disse:
- Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca
me separar do senhor!
João mal-humorado e cansado disse:
- Tá bom, tá bom Júlio.
Vá brincar com seu irmão pois quero
descansar um pouco.
Júlio ficou triste com a indiferença do
pai e magoado foi chorar em um
cantinho de seu quarto.
Dona Joana, mãe dos garotos,
sentindo a falta do filho mais novo,
começou a procurá-lo pela casa,
até que o encontrou no cantinho
do quarto com os olhinhos
cheios de lágrimas.
Preocupada perguntou:
- O que foi meu filho...
Por quê está chorando?
Júlio olhou para a mãe com uma
expressão triste e disse:
- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca
me separar da senhora!
Ela sorriu para o filho e respondeu:
- Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorrindo, deu um beijo na mãe
e foi deitar-se.
No quarto do casal, ambos preparavam-se
para dormir.
Joana, então,
pergunta ao seu marido João:
- Querido, o Júlio está muito estranho
hoje, não acha?
João ainda preocupado, pensando em seus
problemas no trabalho, responde à esposa:
- Esse garoto só está querendo chamar
a atenção... É manha.
Vamos dormir.
Então, todos se recolheram e dormiram
profundamente.
No meio da madrugada Júlio levanta-se, vai ao
quarto de seu irmão Ricardo, e fica
observando o irmão dormir...
Ricardo incomodado com a claridade,
acorda e grita com Júlio:
- O que você quer?
Apaga essa luz e me deixa dormir!
Júlio, em silêncio, obedeceu o irmão.
Apagou a luz e dirigiu-se ao quarto dos pais.
Lá chegando, acendeu a luz e ficou observando
seu pais dormirem.
O pai acorda e pergunta ao filho:
- O que aconteceu Júlio?
Júlio somente balançou a cabeça em
sinal negativo.
O pai pergunta novamente:
- Então, o que foi ?
Júlio continuou em silêncio.
João já muito irritado gritou com Júlio:
- Se não existe problema algum, vá dormir
imediatamente e pare de incomodar.
Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu
quarto e deitou-se.
Na manhã seguinte todos
levantaram-se cedo.
João iria trabalhar e Joana levaria
as crianças para a escola.
Júlio não se levantou.
O pai foi ao quarto buscá-lo.
Chama por Júlio, e ele não responde.
Mais uma vez, e nada.
Júlio nem se mexeu.
João vai até a cama, puxa o cobertor
do menino, e percebe que Júlio não
mostra nenhuma reação.
Os olhos continuavam fechados
e tinha uma aparência muito pálida.
João assustado colocou sua mão sobre o
rosto de Júlio e pode notar que seu
filho estava gelado.
Em pânico, gritou chamando a esposa.
Infelizmente o pior tinha acontecido.
Júlio estava morto sem qualquer
motivo aparente.
A mãe desesperada abraçou o filho morto
e quase não conseguia respirar
de tanto chorar.
O irmão mais velho, desconsolado, segurou
firme a mão de Júlio e chorou
silenciosamente.
João, soluçando e com os olhos cheios de
lágrimas, percebeu que havia um papelzinho
dobrado nas pequenas mãos de Júlio.
Pegou o pequeno papel e notou
que havia algo escrito.
Era a letra de Júlio.
Dizia:
"Outra noite Deus veio falar comigo
através de um sonho.
Disse que apesar de amar minha família
e de ser amado por ela, teríamos
que nos separar.
Eu não queria isso, mas Deus me
explicou que seria necessário.
Não sei o que vai acontecer, mas estou
com muito medo.
Queria dizer à vocês apenas uma coisa:
- Ricardo, não se envergonhe de
amar seu irmão.
- Mamãe, a senhora é a melhor
mãe do mundo.
- Papai, o senhor de tanto trabalhar se
esqueceu de viver.
Eu amo todos vocês!
Quantas vezes não temos tempo para amar
e receber o amor que nos é ofertado!
Talvez quando acordarmos, pode
ser tarde demais...
Diga para as pessoas que você gosta, o quanto
elas são importantes para você.
Afinal, a vida somente vale a pena se
amamos e somos amados.
Ainda há tempo.
Pense nisso!
quando Júlio, o menino mais novo,
disse ao irmão Ricardo:
- Meu querido irmão, eu te amo muito e nunca
quero me separar de você!
Ricardo sem dar muita importância ao
que Júlio disse, pergunta:
- O que deu em você?
Que conversa é essa?
Vamos continuar brincando.
E os dois continuaram brincando a tarde
inteira até o anoitecer.
A noite, o senhor João, pai dos garotos,
chegou do trabalho.
Estava exausto e muito mal humorado,
pois não havia conseguido fechar
um negócio importante.
Ao entrar, João olhou para seu filho Júlio,
que sorriu para o pai e disse:
- Olá papai, eu te amo muito e não quero nunca
me separar do senhor!
João mal-humorado e cansado disse:
- Tá bom, tá bom Júlio.
Vá brincar com seu irmão pois quero
descansar um pouco.
Júlio ficou triste com a indiferença do
pai e magoado foi chorar em um
cantinho de seu quarto.
Dona Joana, mãe dos garotos,
sentindo a falta do filho mais novo,
começou a procurá-lo pela casa,
até que o encontrou no cantinho
do quarto com os olhinhos
cheios de lágrimas.
Preocupada perguntou:
- O que foi meu filho...
Por quê está chorando?
Júlio olhou para a mãe com uma
expressão triste e disse:
- Mamãe, eu te amo muito e não quero nunca
me separar da senhora!
Ela sorriu para o filho e respondeu:
- Meu amado filho, ficaremos sempre juntos!
Júlio sorrindo, deu um beijo na mãe
e foi deitar-se.
No quarto do casal, ambos preparavam-se
para dormir.
Joana, então,
pergunta ao seu marido João:
- Querido, o Júlio está muito estranho
hoje, não acha?
João ainda preocupado, pensando em seus
problemas no trabalho, responde à esposa:
- Esse garoto só está querendo chamar
a atenção... É manha.
Vamos dormir.
Então, todos se recolheram e dormiram
profundamente.
No meio da madrugada Júlio levanta-se, vai ao
quarto de seu irmão Ricardo, e fica
observando o irmão dormir...
Ricardo incomodado com a claridade,
acorda e grita com Júlio:
- O que você quer?
Apaga essa luz e me deixa dormir!
Júlio, em silêncio, obedeceu o irmão.
Apagou a luz e dirigiu-se ao quarto dos pais.
Lá chegando, acendeu a luz e ficou observando
seu pais dormirem.
O pai acorda e pergunta ao filho:
- O que aconteceu Júlio?
Júlio somente balançou a cabeça em
sinal negativo.
O pai pergunta novamente:
- Então, o que foi ?
Júlio continuou em silêncio.
João já muito irritado gritou com Júlio:
- Se não existe problema algum, vá dormir
imediatamente e pare de incomodar.
Júlio apagou a luz, dirigiu-se ao seu
quarto e deitou-se.
Na manhã seguinte todos
levantaram-se cedo.
João iria trabalhar e Joana levaria
as crianças para a escola.
Júlio não se levantou.
O pai foi ao quarto buscá-lo.
Chama por Júlio, e ele não responde.
Mais uma vez, e nada.
Júlio nem se mexeu.
João vai até a cama, puxa o cobertor
do menino, e percebe que Júlio não
mostra nenhuma reação.
Os olhos continuavam fechados
e tinha uma aparência muito pálida.
João assustado colocou sua mão sobre o
rosto de Júlio e pode notar que seu
filho estava gelado.
Em pânico, gritou chamando a esposa.
Infelizmente o pior tinha acontecido.
Júlio estava morto sem qualquer
motivo aparente.
A mãe desesperada abraçou o filho morto
e quase não conseguia respirar
de tanto chorar.
O irmão mais velho, desconsolado, segurou
firme a mão de Júlio e chorou
silenciosamente.
João, soluçando e com os olhos cheios de
lágrimas, percebeu que havia um papelzinho
dobrado nas pequenas mãos de Júlio.
Pegou o pequeno papel e notou
que havia algo escrito.
Era a letra de Júlio.
Dizia:
"Outra noite Deus veio falar comigo
através de um sonho.
Disse que apesar de amar minha família
e de ser amado por ela, teríamos
que nos separar.
Eu não queria isso, mas Deus me
explicou que seria necessário.
Não sei o que vai acontecer, mas estou
com muito medo.
Queria dizer à vocês apenas uma coisa:
- Ricardo, não se envergonhe de
amar seu irmão.
- Mamãe, a senhora é a melhor
mãe do mundo.
- Papai, o senhor de tanto trabalhar se
esqueceu de viver.
Eu amo todos vocês!
Quantas vezes não temos tempo para amar
e receber o amor que nos é ofertado!
Talvez quando acordarmos, pode
ser tarde demais...
Diga para as pessoas que você gosta, o quanto
elas são importantes para você.
Afinal, a vida somente vale a pena se
amamos e somos amados.
Ainda há tempo.
Pense nisso!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Primeiro as Primeiras Coisas
Um professor começou a aula para a sua classe de filosofia
com uma série de objetos à sua frente. Sem dizer uma palavra, pegou
um enorme balde de maionese vazio e passou a enchê-lo com bolas de
tênis. Quando terminou, perguntou aos alunos se o balde estava cheio.
Eles concordaram que estava e o professou pegou, então, uma caixa
contendo cascalho e derramou seu conteúdo dentro do balde. Chacoalhou
levemente o balde e o cascalho se espalhou pelos espaços livres entre
as bolas de tênis. Ele perguntou novamente aos alunos se o balde
estava cheio. Eles responderam que sim e, então, o professou pegou
uma caixa cheia de areia e a derramou dentro do balde. Naturalmente,
a areia preencheu todo o espaço restante. Ele perguntou mais uma vez
se o balde estava cheio. Os alunos responderam com um outro sim,
unânime.
O professor pegou, então, duas xícaras de café que estavam sob a mesa
e derramou todo o conteúdo no balde, preenchendo efetivamente os
espaços restantes entre os grãos de areia. Os estudantes riram.
Agora, disse o professor, enquanto rolavam as risadas, quero que
vocês imaginem que este balde representa a sua vida. As bolas de
tênis são as coisas importantes – seu Deus; sua família; seus filhos;
sua saúde física, mental e espiritual; seus amigos e suas paixões
favoritas – coisas que preencheriam a sua vida, mesmo que todo o
resto se perdesse. O cascalho representa as outras coisas que têm
valor como: o seu trabalho, sua casa, seu carro. A areia é todo o
resto, as coisas pequenas. Se você coloca a areia no balde primeiro,
continuou, não haverá espaço para o cascalho ou para as bolas de
tênis. A mesma coisa acontece com a vida. Se você gasta todo seu
tempo e sua energia com coisas pequenas, nunca haverá espaço para as
coisas que são importantes para você. De atenção às coisas que são
críticas para a sua felicidade. Brinque com seus filhos, deixe tempo
para cuidar da saúde física, mental e espiritual. Leve a sua parceira
ou parceiro para jantar. Jogue mais uma partida da sua pelada. Sempre
haverá tempo para arrumar a casa e consertar as coisas quebradas.
Cuide primeiro das bolas de tênis, das coisas que realmente importam.
Defina suas prioridades. O resto é só areia.
Então, uma das alunas levantou a mão e perguntou o que o café
representava. O professor, sorrindo, disse: fico feliz que você tenha
perguntado. O café só significa que, não importa quão cheia a sua
vida possa parecer, sempre haverá tempo para um cafezinho com os
amigos.
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